Entre sem bater. 

domingo, 10 de agosto de 2008

Acho que levei muito a sério

Falei que quando começasse a maratona "VK + GV" postaria menos... Ai está.
Como prometi pra uma amiga que era sexta ou hoje, foi hoje, quase não foi.

Mas já dei uma mexidinha na minha agenda pra atender o finado público do meu blog. Sábado livre, ia fazer o curso de manutenção e redes de computadores, mas ficará para segundas e quartas, com direito a chegar em casa desmaiando.

Getúlio Vargas do araque,
me deixou uma escolinha,
mas você não tem noção
de como lá tem menina bonitinha.

Tá, inventei agora e ficou péssimo, paciência. Mas que lá está cheio de brotinhos, ah, isso está, com certeza.

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Cidade abaixo

Faz tanto tempo, que decidi vim e escrever. Não importa o que, em qual ordem, se faz sentido... Escrever, pensar que estou fazendo algo interessante e culto ou até mesmo pensar que alguém lerá isto aqui. Não, ninguém irá.

Mas não seja por isso, Watson... Desculpa, eu não sei seu nome. Mas este, como todos os crimes que relatei aqui, e já foram quase uma centena deles, estão escritos literalmente nas entre-linhas, é Robbin... É, eu sei que é um segredo importante, porém precisava ser contado mais cedo ou mais tarde, se não nunca descobrirão o que realmente há entre estas linhas mal formadas.

Bom, já esqueci o que eu ia falar...

terça-feira, 22 de julho de 2008

segunda-feira, 14 de julho de 2008

sexta-feira, 11 de julho de 2008

História de um Príncipe

Subiu a montanha em direção a sua amada princesa, que fora trancada naquela antiga casa, rodeada de grandes árvores, uma floresta densa, escura e ensurdecedoramente deserta, não havia mais soldados para combater, vencera todos. Adentrara a casa, grande, parecia ter se fundido com a mata, notou que teria que procurá-la.

Depois de três ou quatro cômodos vazios, encontrara-a, com uma aparência horrível, longe daquela linda garota por quem este bravo guerreiro se apaixonara, estava assustado com a aparência dela, segundos atrás estava aliviado, agora parecia assustado, muito assustado.

- Roberta, é mesmo você?
- Sim, não acredito que me achou! Ah, que alívio, Paulo! Meu Paulo querido!
- Não Roberta, não mais. Esta não é a Roberta por quem me apaixonei, vou-me embora.
- Mas... Paulo, Paulo... E tudo que fizestes para chegar até aqui? Ao menos, me tire daqui, Paulo! Paulo, como pode fazer isso comigo?!

E Paulo partira de volta para o seu vilarejo, calmamente, deixando aquela feia Roberta aos berros, naquela velha casa.