Entre sem bater. 
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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Cidade abaixo

Faz tanto tempo, que decidi vim e escrever. Não importa o que, em qual ordem, se faz sentido... Escrever, pensar que estou fazendo algo interessante e culto ou até mesmo pensar que alguém lerá isto aqui. Não, ninguém irá.

Mas não seja por isso, Watson... Desculpa, eu não sei seu nome. Mas este, como todos os crimes que relatei aqui, e já foram quase uma centena deles, estão escritos literalmente nas entre-linhas, é Robbin... É, eu sei que é um segredo importante, porém precisava ser contado mais cedo ou mais tarde, se não nunca descobrirão o que realmente há entre estas linhas mal formadas.

Bom, já esqueci o que eu ia falar...

sexta-feira, 11 de julho de 2008

História de um Príncipe

Subiu a montanha em direção a sua amada princesa, que fora trancada naquela antiga casa, rodeada de grandes árvores, uma floresta densa, escura e ensurdecedoramente deserta, não havia mais soldados para combater, vencera todos. Adentrara a casa, grande, parecia ter se fundido com a mata, notou que teria que procurá-la.

Depois de três ou quatro cômodos vazios, encontrara-a, com uma aparência horrível, longe daquela linda garota por quem este bravo guerreiro se apaixonara, estava assustado com a aparência dela, segundos atrás estava aliviado, agora parecia assustado, muito assustado.

- Roberta, é mesmo você?
- Sim, não acredito que me achou! Ah, que alívio, Paulo! Meu Paulo querido!
- Não Roberta, não mais. Esta não é a Roberta por quem me apaixonei, vou-me embora.
- Mas... Paulo, Paulo... E tudo que fizestes para chegar até aqui? Ao menos, me tire daqui, Paulo! Paulo, como pode fazer isso comigo?!

E Paulo partira de volta para o seu vilarejo, calmamente, deixando aquela feia Roberta aos berros, naquela velha casa.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Recanto da frustração.

Cruzara o portão do cemitério como fazia toda manhã, os portões eram abertos sempre 5 minutos antes dele chegar.
Seu cabelo, o que resta dele, grisalho e sua bengala sempre a mão direita já fazia parte da decoração do ambiente, as pessoas que tinham a obrigação de passar por ali todas as manhãs achavam isso, ao menos.
Mancando, vagarosamente chegou a um banquinho e sentou em frente a um túmulo, este guardava segredos, o mais bonito e conservado monumento erguido ali, com toda a certeza. Já o banquinho estava velho, porém limpo, afinal este velhinho havia sentado ali durante muitos anos.

Permaneceu como sempre fizera, imóvel, com os olhos fixos na escritura que havia a sua frente marcada no túmulo, fazia gestos faciais de profunda tentativa de compreensão à palavras que nunca entendera, em anos de perseguição: "A vida é o que cada túmulo reservou para si". Mas hoje o velho resolveu escrever algo em um papel que levava no bolso, com a caneta que também retirou de lá. Escreveu rapidamente duas palavras.

Cansado de tudo isso, o velho jogou o papel próximo do túmulo e dormiu ali, com um pequeno sorriso no rosto, dormiu para nunca mais acordar. No papel estavam suas últimas palavras "Ou não".

domingo, 17 de fevereiro de 2008

O que fazem aqui?

Esta cor de "burro quando foge", este nome ridículo -totalmente non-sense-, este garoto que pensa que é alguém escrevendo...

Afinal, por que vocês ainda estão lendo essa merda?

Tolos.


No more, no more, no more.


(Mas continuem lendo, comentando e, principalmente, clicando nas propagandas).

domingo, 9 de dezembro de 2007

Esqueci do título.

Rodízio com deliciosos pedaços de picanha, 23 reais;
Latinha de Coca-Cola, 3 reais;
Assistir o show do Police no mudo com os amigos, não tem preço.
Para tudo que é BOM na vida, existe MasterCard.
Porque posts non-senses, mentirosos, pertubadores, não fazem mal a ninguém.
Antes que alguém fique bravo, é só brincadeirinha - mensagem subliminar detected
Quer conteúdo educativo, que faça você pensar? Vá para a Finlândia.