Entre sem bater. 

sexta-feira, 25 de junho de 2010

King.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Narrações

Olá, então.

Faço cursinho pré-vestibular e acontece que prestarei, dentre outros, o vestibular da Unicamp e meu professor resolveu passar 5 temas de narrações diferentes para fazermos. Penso em fazê-las, mas acho que terei menos preguiça digitando e junto com isso pensei que, se alguém ler isso, poderá me ajudar com comentários. Então se você ler as narrações, comente por favor, pode ser anônimo, pode ser o Caio, meu comentarista oficial, ou qualquer outro, penso que me ajudará bastante.

Ah, infelizmente as narrações ficarão um pouco grande, já que não sei muito bem transformar "linha de PC" para "linha de caderno" e como são 30 linhas de caderno o mínimo recomendado, acho que ficará um pouco grande aqui. Acho que até sábado posto o primeiro. Acho. No final de cada texto coloco como recebi o tema. Por enquanto é isso e se alguém estiver lendo, muito obrigado.

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sábado, 5 de junho de 2010

Cores verdadeiras.

Nada explica o que eu sinto por você. Por isso é até chato para quem lê. Eu te amo, mesmo isso parecendo pouco. Parece vazio e sem sinceridade se comparado a mesma potência deste sentimento que só cresce como se fosse uma equação ax+b=0 de a positivo.  É tão interior e enraizado que incomoda, perturba, machuca. Nós dois. Como naquelas doenças, não se vive sem, só que por ser do sentimento mais falado de toda a História, talvez seja possível viver muito bem com (mentira - se é possível viver com, não é por essa justificativa). Quanta asneira. Eu te amo, eu te amo, eu te amo, more today than yesterday, but not as much as tomorrow.


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domingo, 23 de maio de 2010

Título

Vontade de escrever. Sim, isso é pra lá de ridículo, mas eu estou. Esses dias meu professor disse que a escrita tem como fundamental um triângulo: autor, mensagem, leitor. Não concordo, aliás, claro que faz sentido, esse é o padrão. Ele disse também que um livro só está completo quando lido. Se não concordo do primeiro, não concordo com o segundo, evidente.

Pode-se escrever algo apenas para o autor, sem se  preocupar até mesmo com a mensagem. Também pode se escrever algo preocupado apenas com a mensagem, sem envolver uma preocupação do autor com ele mesmo e com o leitor, mesmo achando isso um pouco estranho, já que podemos discutir se é possível escrever algo sem o autor está presente naquele texto, acredito que sim. E com o leitor, esse é o mais claro que é possível escrever sem ele ou também apenas para ele, sem se preocupar com autor e escrita. Mas não sei o por quê de escrever isso, até entendi o que ele quis dizer.

Os lápis da Faber-Castell são bonitos, não? Interessante como outras marcas ou quaisquer tipos de objetos de pintura têm dificuldade de imitar o lindo vermelho da Faber, aquele vermelho bem tradicional, que, sei lá eu o porquê, sumiu do mercado de alguns tempos pra cá... Lembro que já ouvi uma conversa desse vermelho ser caro, difícil matéria-prima... Essas coisas assim.

Essas empresas de lenços higiênicos estão ficando riquíssimas comigo, o tempo em São Paulo é uma merda, junto com o trânsito, e estou usando aproximadamente um pacote de 15 lenços por dia. Preciso me cuidar. Hoje fiquei com inveja dos meus amigos vagabundos, fomos jogar futebol, desculpe a hipérbole mas ainda não deram um nome para o que jogamos, e soube que ontem eles foram num concerto da Osusp. Se não fosse essa bobagem de passar em vestibulares concorridos, teria tempo e dinheiro para ir com eles. Mas será bacana se eu conseguir passar.

Eu só estava com vontade de escrever, não de transformar isso em uma página com bobagens de um adolescente. Internet é uma merda mesmo. Vou jogar Pac-man com o meu pai (só clicar duas vezes no insert coin que dá pra jogar em dupla). 

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